PERUS

Artigos Perus

O período crítico da criação e chamado "Crise do Vermelho". Acontece nos 3 primeiros meses, principalmente nas épocas de geadas, dias frios e chuvosos, ventos fortes ou quando a criação se expõe ao sol intenso por várias horas. A crise e violenta e em geral sobrevivem as aves bem alimentadas, com boa saúde e de procedên­cia idônea.

Após os 3 meses de idade, em dias secos e ensolarados tire os pe­ruzinhos da criadeira e deixe-os ao ar livre por períodos curtos, recolha-os depois. Após os 6 meses de idade, solte-os no quintal. Construa abrigos e poleiros iguais aos de galinhas e deixe os pe­ru nesse local. Um metro linear de poleiro e suficiente para 2 perus adultos. O melhor e fazer as instalações já para adultos,os perus crescem rapidamente. Mantenha os poleiros limpos, pulve­rize tudo com desinfetante, coloque ripas no chão (piso ripado)ou cama de palha bem seca. Mude a cama e limpe tudo muito bem sema­nalmente. Abata os perus dos 5 aos 8 meses, dependendo da raça  e do tamanho. Escolha os melhores para reprodutores, tanto os ma­chos como as fêmeas. Coloque 1 macho de 9 a 10 meses de idade pa­ra 6 a 8 fêmeas de 8 meses. Separe os lotes para evitar brigas entre os machos na disputa das fêmeas. O ideal e colocar um macho em rodízio a cada 2 dias com cada plantel de fêmeas.

São conhecidos dois sistemas de reprodução: a reprodução em reba­nhos e a reprodução em famílias. Para o criador prático, em geral a reprodução em rebanhos e a mais indicada, pois a reprodução em famílias requer do criador viveiros e cercados, além de algumas anotações indispensáveis para o controle de acasalamentos para o bom andamento da criação.

Na reprodução em rebanhos contam-se 8 a 10 peruas para cada peru, segundo a idade e o peso do animal. Um macho fecunda com uma cópula 12 ovos. O primeiro ovo fecundado pode ser esperado 1 dia de­pois da cópula, mas normalmente e mais aconselhável esperar uma semana para obter todos os ovos fecundados. Uma cópula dura 2 a 3 semanas.

O primeiro cuidado de todos aqueles que pretendem criar qualquer espécie de animal deve ser o abrigo deles, pois caso contrário pode-se contar com perdas. O peru cuja descendência da forma sel­vagem pode ser comprovada, ainda se mostra bastante refratário as condições climáticas, podendo ser acomodado sem abrigos especiais em criações extensivas. Os animais adultos procuram pousada para a noite, voltando sempre ao mesmo lugar. Havendo árvores nas pro­ximidades do terreno, geralmente são estas as escolhidas para o repouso. Esse método não deve ser empregado para filhotes.

Uma das desvantagens do sistema extensivo encontra-se na quase im possibilidade de controlar os animais nos acasalamentos correndo-se o risco de consanguinidade. Conta-se entretanto com a vantagem de economizar as despesas de abrigos, no entanto sempre e mais a­conselhável erguer um alpendre para os perus nas proximidades do quintal para abrigá-los de chuvas fortes que às vezes provocam doenças as quais podem ter conseqüências indesejáveis. Tal alpen­dre para os animais adultos ou de criação extensiva consiste num telhado apoiado sobre quatro estacas e se possível de uma parede ou muro lateral, que se encontra do lado da direção principal do vento, a fim de oferecer um abrigo contra ele. Sob o telhado se encontra o poleiro a cerca de 1/2 metro de altura do chão, O te­lhado e feito num plano inclinado.


GALERIA DE FOTOS

Nossos Parceiros






 

Associação Brasileira dos Criadores de Aves de Raças Puras
Endereço de correspondência: Rua Ferrucio Dupré, nº 68
Cep: 04776-180 – São Paulo – SP
Telefone de contato: ( 11 ) 5667 3495